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Privacidade e proteção de dados: por que isso importa para todos nós?

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Oiiii amigos, tudo certo? vocês sabiam que no dia 26 de agosto é celebrado o   Dia da Privacidade de Dados , uma data que nos convida a refletir sobre como nossas informações pessoais estão sendo tratadas, tanto no meio digital quanto no físico. Esse tema foi muito bem abordado no   podcast apresentado por nossas colegas de turma na última quinta-feira , e algumas das reflexões que trazemos aqui foram inspiradas justamente nesse conteúdo tão relevante. Vivemos em uma era onde dados são constantemente coletados e compartilhados  muitas vezes sem que a gente perceba. Informações como nome completo, endereço, CPF, fotos, localização, preferências de consumo e até documentos físicos mal descartados podem cair em mãos erradas e causar sérios prejuízos. É importante lembrar que a  Constituição Federal , no  Art. 5º , garante o direito à privacidade e à proteção da intimidade. Além disso, temos a  Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) , que regula o uso de dados p...

Podcast: Fake News e desinformação

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O podcast “Quinta Delas” abordou o tema Fake News e Desinformação, destacando sua influência negativa na sociedade e na educação. Embora parecidos, os dois termos não significam a mesma coisa: Fake News são notícias falsas com aparência de verdade, já a desinformação envolve conteúdos manipulados para enganar. Com o uso das redes sociais e da inteligência artificial, esses conteúdos se espalham com facilidade, muitas vezes motivados por busca de atenção e validação. Na educação, as consequências são sérias, como no caso da falsa ideia de que se ensina ideologia de gênero nas escolas. Por isso, a formação de alunos críticos e uma preparação adequada dos professores são essenciais para combater a desinformação e construir uma sociedade mais consciente.

Criança, adolescente e tela : uso dos dispositivos digitais.

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  Fala turminhaaa, tudo certo? a postagem de hoje será um pouquinho diferente, vocês já se questionaram sobre a influência dos dispositivos digitais na vida das crianças da nossa sociedade? não? então vem com a gente, nós Lorrane Celina dos Santos e Karine dos Santos Fraga, juntamente com nossas colegas Débora e Ananda trouxemos pra vocês uma análise sobre como o uso dos dispositivos digitais afetam a vida dos baixinho, esperamos que gostem 🩷  segue o link abaixo : 👇🏼  https://youtu.be/jWs-_TcVBkk?si=Sn3m1C7yOd8-IRiN

Direito a comunicação: uma construção coletiva que passa pela escola

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  Olá, leitoras e leitores! No post de hoje, vamos compartilhamos uma reflexão escrita a partir de um debate realizado em sala no dia 17 de julho, quando ouvimos um podcast produzido por nossas colegas de turma sobre o direito à comunicação. A escuta e o diálogo despertaram em nós reflexões importantes sobre como esse direito está diretamente ligado à educação, à cidadania e ao papel da escola em tempos digitais. Ao longo da conversa, compreendemos que comunicar-se não é um privilégio, mas um direito humano fundamental. Todas as pessoas devem ter condições de se expressar, serem ouvidas e acessarem informações que lhes permitam compreender e transformar o mundo. A comunicação, nesse sentido, está no centro da formação cidadã: é por meio dela que participamos da vida pública, reconhecemos nossos direitos e cobramos transformações sociais. Refletimos também sobre as limitações que ainda impedem o exercício pleno desse direito. Embora a Constituição Federal de 1988 garanta a liberdade...

O impacto da generativa na educação: um desafio que já está entre nós

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Depois de ler o texto de Lucia Santaella sobre os desafios da inteligência artificial generativa na educação, não conseguimos mais olhar para o ChatGPT (e tecnologias semelhantes) da mesma forma. É como se, de repente, algo que já estava no nosso dia a dia, mesmo que de forma meio “mágica” ou misteriosa,  ganhasse um contorno muito mais sério e profundo. O que a autora nos mostra com muita clareza é que estamos diante de uma tecnologia que já está mudando práticas educativas,  nós gostando ou não. E o mais interessante é que, ao contrário de outras inovações tecnológicas que chegaram de forma mais discreta, como foi o caso dos ambientes virtuais de aprendizagem ou até da internet nas salas de aula, o ChatGPT apareceu de forma direta, falante e acessível. Ele conversa, explica, propõe e escreve com uma naturalidade impressionante. Isso muda completamente a forma como lidamos com a informação e o conhecimento. Algo que nos chamou atenção foi a reação das instituições à chegada d...

Tecnologias na Educação e Políticas Públicas no Brasil

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Durante o debate em sala de aula sobre Programas para Educação e tecnologias nos séculos XX e XXI, algo que nos chamou atenção foi perceber como a escola pública passou por transformações profundas ao longo desses séculos, especialmente no modo como a tecnologia foi sendo inserida no ambiente escolar. Com base no material apresentado pela professora, minha dupla e eu aprendemos que, no século XX, os programas educacionais com tecnologia eram marcados por um forte controle estatal, com ações centralizadas e, muitas vezes, desarticuladas da realidade escolar. Já no século XXI, observa-se uma tentativa de maior integração entre tecnologia, currículo e formação docente, ainda que muitos desafios persistam. Aprendemos sobre políticas como a TV Escola, que buscou democratizar o acesso a conteúdos audiovisuais; o ProInfo, que levou computadores e internet às escolas; o projeto Um Computador por Aluno (UCA), que tentou individualizar o acesso às tecnologias; e o PNLD Digital, que trouxe novas...

Refletindo sobre software livre e educação: uma escolha o que também é política.

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  Ao lermos o artigo “Software Livre e Educação: uma relação em construção” , começamos a ver com outros olhos algo que, até então, parecia meramente técnico: o uso de softwares nas escolas. Sempre pensamos neles como ferramentas, como parte do cotidiano escolar, mas dificilmente questionamos o que está por trás dessas tecnologias, quem as produz, quem decide como e por quem serão usadas, e o que elas representam na formação de alunos e professores. A leitura  levou a gente a perceber que optar por um software não é uma decisão neutra. Existe um projeto de mundo embutido nessa escolha. Quando usamos softwares proprietários, aqueles fechados, com código inacessível, acabamos reproduzindo uma lógica de consumo e dependência. Já o software livre, com sua proposta de abertura, colaboração e liberdade de modificação, nos apresenta outro caminho: o do compartilhamento do conhecimento e da autonomia tecnológica. Começamos a entender o quanto a tecnologia também é atravessada por ques...